SÃO LUÍS - Há muito tempo que a questão do parentesco na política vem sendo um dos principais discursos na Assembleia Legislativa e nas redes sociais com os dinistas sendo o que mais falam a respeito. Mas projetos político-familiares não é nada inédito no Brasil e no Maranhão. Nas eleições deste ano, por exemplo, tem de candidato a governador até a suplente de senadora com a “marca” do familismo como dizem os dinistas.
Em 2022, o Maranhão viu que quase 40% das vagas na Assembleia Legistiva foram dadas a familiares de prefeitos, principalmente. Era esposa, filho, filhas e sobrinhas. Os sobrenome nem sempre conhecidos, mas com parentes de mandato.
No Senado não foi diferente. Flávio Dino foi eleito, mas consigo levou a esposa de um aliado junto: a agora senadora Ana Paula Lobato, esposa do deputado Othelino Neto que deixou o barco de Weverton Rocha (após promessas de “amor eterno” na política) nas eleições para apoiar o governador Carlos Brandão.
Para Câmara dos Deputados, o deputado Josimar de Maranhãozinho levou consigo a esposa, Detinha, como a mais votada entre os maranhenses eleitos. Ele também colocou a sobrinha na Assembleia Legislativa.
E as eleições de 2026 estão a porta e parentes não faltam na lista dos candidatos. O mais conhecido é Orleans Brandão, sobrinho do governador.
