A Samarco vive hoje uma etapa importante de sua trajetória. Nos últimos anos, avançamos na implementação de novos padrões de governança, segurança e tecnologia, ao mesmo tempo em que conduzimos um dos maiores processos de reparação já realizados no país. Essa jornada reforçou uma convicção: o futuro da mineração depende da capacidade de combinar desenvolvimento econômico, responsabilidade socioambiental e diálogo permanente com a sociedade.
Nesse contexto, a assinatura do Novo Acordo do Rio Doce, homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em novembro de 2024, representa um marco importante. Com um montante assegurado de R$ 170 bilhões, o acordo estabelece bases para a implementação de ações de reparação nos territórios impactados, trazendo mais clareza para a execução dos compromissos assumidos.
A definição das responsabilidades previstas no Novo Acordo criou condições para acelerar entregas para as comunidades, o meio ambiente e a sociedade, fortalecendo a capacidade de execução das ações de reparação. Esse avanço é resultado de aprendizados construídos ao longo dos anos. O rompimento da barragem de Fundão, em 2015, transformou profundamente a Samarco, a mineração brasileira e a forma como o setor encara seus desafios de segurança e gestão de riscos.
Os resultados desse novo modelo de reparação já podem ser observados na prática.
