O mercado de elétricos no Brasil segue agitado. Entre janeiro e junho deste ano, já são mais de 90 mil unidades emplacadas. BYD e Geely são as marcas com maior relevância no país. Esta última tem o EX2 como o principal modelo de vendas.
Para entender seus pontos de destaque, passamos uma semana com o Geely EX2, na versão Max (topo da gama). Ao longo do período, rodamos cerca de 700 quilômetros com o elétrico em trecho urbano e também na rodovia.
Em um teste de autonomia, carregamos o Geely EX2 até 100%. Com a bateria completa, ele marcava 356 km de autonomia. Pelos números oficiais do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), são 289 km. Após ter rodado 303 km, o EX2 chegou aos 10% de bateria, mas ainda restavam 41 km de autonomia.
A bateria é Lítio Ferro Fosfato (LFP) e ele tem 39,4 kWh de capacidade. A recarga numa tomada de potência AC é de até 6,6 kW, mas na rápida (DC) chega a 70 kW. Assim, uma carga de 30 a 80% levaria 21 minutos.
Na prática, o Geely EX2 rodou 4,8% a mais do que a autonomia oficial do Inmetro, mesmo ainda restando 10% de bateria e 41 km estimados de autonomia.
Em termos de dirigibilidade, o Geely EX2 agrada. Com uma proposta bem urbana, o elétrico se mostra eficiente energeticamente e também possui um bom tamanho para quem precisa se deslocar diariamente e achar vagas para estacionar.
A configuração Max conta com câmera 360º e isso facilita muito na hora de fazer manobras.
