As saídas de Paolo Maldini e Leonardo dos cargos na Federação Italiana de Futebol seguem repercutindo no país. O principal motivo para a debandada dos ex-jogadores foi a polêmica envolvendo a não contratação de Andrea Pirlo para a seleção da Itália.
Os desligamentos acontecem poucos dias depois de ambos aceitarem integrar a nova estrutura de gestão da seleção italiana, criada como parte de um amplo processo de reformulação da equipe nacional.
De acordo com apuração do jornal italiano Gazetta Dello Sport, a FIGC teria tentado impedir as demissões de Maldini e Leonardo oferecendo o nome de Thiago Motta para ser o novo treinador da Itália. A opção supostamente agradaria a dupla de dirigentes.
Segundo o periódico italiano, a chegada de Thiago Motta acabaria com a ruptura entre Giovanni Malagò, presidente da FIGC, e os dirigentes Maldini e Leonardo.
O perfil jovem, moderno, além da capacidade de lidar com jovens atletas, agradaria os ex-jogadores que se demitiram da Itália.
De acordo com a Gazetta Dello Sport, mesmo com o nome de Thiago Motta na mesa, Maldini e Leonardo decidiram se demitir da Federação Italiana de Futebol. Após a recusa de Pirlo, ambos não aceitam outros nomes para a seleção.
“As demissões de Maldini e Leonardo? Só ficamos sabendo pela TV”. declarou Ezio Simonelli, presidente da Serie A, ao sair de uma reunião com o presidente da FIGC, Giovanni Malagò, e representantes da federação.
