Augusto Billi, novo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária, defendeu a manutenção da tarifa sobre a importação do etanol e a classificou como “relevante” para os produtores brasileiros em meio ao tarifaço norte-americano.
Durante as audiências de negociação entre Brasil e Estados Unidos, os americanos defenderam o fim dessa taxa por ser uma barreira comercial desleal. Na avaliação de Billi, esse imposto é necessário para garantir a competitividade da indústria nacional, especialmente as plantas do Nordeste, disse em entrevista à CNN.
“Aquilo que a indústria nacional tem falado para nós: a tarifa seria relevante. A tarifa ainda é importante, especialmente quando a gente fala das usinas do Nordeste, que são beneficiadas por cotas preferenciais”, afirmou o secretário nesta segunda-feira (27). “E o que o setor fala é que realmente a redução da tarifa de importação seria danosa ao setor”, complementou.
Cota chinesa
À CNN, Billi afirmou que o Ministério projeta que a cota de exportação de carne brasileira para a China se esgote em agosto.
