Profissionais da área da saúde fazem treinamento para atender casos suspeitos de ebola em SP
O governo da República Democrática do Congo (RDC) elevou nesta segunda-feira (27/07) para 1.405 o número de mortos e para 3.200 o total de casos confirmados de ebola desde o início do surto da doença no fim de abril. Com isso, a taxa de letalidade está em 43,9%, segundo o último boletim do Ministério da Comunicação e Mídia da RDC, com dados compilados até 25 de julho.
Além disso, 773 pacientes estão em "isolamento ou hospitalização" e 571 pessoas conseguiram se recuperar da doença, enquanto a taxa de rastreamento de contatos está em 77,8%.
Especialistas, no entanto, partem do princípio de que há um elevado número de infecções não contabilizadas, que até agora não foram detectadas ou notificadas.
No domingo, as autoridades congolesas já haviam confirmado 3.075 casos, entre eles 1.354 mortes. Em apenas dez dias, o número de infecções aumentou em mais de mil, o que sugere um ritmo acelerado de contágio.
Familiares de Vanisa Anifa, uma menina órfã de 6 meses que morreu de Ebola, comparecem ao seu enterro em Bunia, Congo, na sexta-feira, 19 de junho de 2026.
AP/Moses Sawasawa
Epidemia concentrada no leste da RDC
O atual surto se concentra sobretudo no leste do país, uma região assolada por mais de 30 anos de conflitos armados.
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