Cármen Lúcia defende democracia e diz que ninguém deve interferir no país
Em evento no Rio de Janeiro, a ministra Cármen Lúcia defendeu nesta segunda-feira (27) a democracia brasileira e afirmou que ninguém deve interferir nas decisões tomadas pelo país.
Sem mencionar diretamente líderes ou governos estrangeiros, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusado de tentar interferir nas eleições do Brasil, a ministra disse que os brasileiros devem definir os próprios rumos e alertou contra tentativas de fragilização das instituições democráticas.
A declaração foi feita durante participação na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Niterói, na Região Metropolitana do RJ, em um discurso marcado por referências ao período da ditadura militar, à importância da participação popular e à defesa do sistema eleitoral brasileiro.
"Há que haver espaços como este, reuniões como essa, que dão a demonstração daqueles vetores, daqueles temas mais importantes para que a gente caminhe e fortaleça a democracia no Brasil e em todos os lugares do mundo, para que ninguém queira também interferir e fragilizar a nossa democracia."
Em seguida, a ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou que cabe aos próprios brasileiros decidir o que desejam para o país:
"Somos nós que temos que falar o que é para nós no Brasil, o que nós queremos", disse.
Sem citar Trump, Cármen Lúcia defende democracia e diz que ninguém deve interferir no país
