O candidato ao Palácio do Planalto Romeu Zema (Novo) disse nesta segunda-feira (27) que a sua “bandeira é estar contra o PT” na disputa eleitoral à Presidência do país.
O ex-governador de Minas também afirmou que “viu o PT destruir seu estado”. A declaração é uma menção à crise fiscal que Minas Gerais enfrentou durante gestão petista. “Ninguém aguenta mais 4 anos de PT. No passado, foi mensalão, petrolão, mala de dinheiro, e agora estamos aí Master”, completou ele em convenção partidária da sigla que o oficializou como candidato.
Segundo Zema, a gestão do PT no país foi um fator decisivo para levá-lo para a política e a vida pública. “Brasil tem tudo para dar certo, não temos terremoto, furacão… […] problema é que não falta recurso, problema é que sobra ladrão. E nós vamos acabar com isso”, disse.
O candidato ao Planalto ainda não definiu quem ocupará o cargo de vice-presidência na chapa. Ele disse que a definição ocorrerá até 5 de agosto, o prazo legal do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Zema, no entanto, deve se reunir na próxima semana, no Rio de Janeiro, com Joaquim Barbosa (DC), ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal).
Fontes relataram à CNN que o DC procurou o Novo no último fim de semana. Dirigentes sondaram sobre a possibilidade de apresentar Barbosa como vice na chapa de Zema à Presidência da República.
O ministro aposentado do STF e o ex-governador também conversaram por cerca de cinco minutos por telefone.
