A diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional) chega à Argentina nesta segunda-feira (27) em um momento em que cresce a confiança dos investidores nas reformas do presidente Javier Milei, apesar das preocupações com uma crise no pagamento da dívida que pode coincidir com sua campanha pela reeleição.
As exportações da Argentina estão aumentando, as reservas internacionais estão se acumulando e a inflação, antes galopante, está desacelerando.
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Na semana passada, a Moody’s elevou o rating soberano do país após elevações anteriores feitas pela S&P Global e pela Fitch, o que reforça o otimismo dos investidores em relação aos esforços de Milei para estabilizar uma economia há muito associada a ciclos de expansão e recessão.
No entanto, os investidores estão acompanhando de perto o que está por vir.
Um relatório do FMI estimou a dívida em moeda estrangeira da Argentina para 2027 em US$ 32,3 bilhões, incluindo juros, antes de o banco central injetar US$ 6 bilhões em financiamento via operações compromissadas com vencimento estendido para 2028 neste mês.
