Após 13 noites consecutivas de bombardeios cada vez mais intensos, que levaram o Irã a atacar bases dos Estados Unidos em países da região como represália, o presidente americano, Donald Trump, suspendeu a campanha militar durante o fim de semana.
O Irã declarou que também suspenderia seus ataques enquanto durasse a pausa dos bombardeios americanos.
Já nesta segunda-feira (27), Teerã afirmou que ainda detém o controle do Estreito de Ormuz e que não busca retomar as negociações de paz com os EUA.
A decisão de Trump de suspender a campanha refletiu a recomendação de seus principais comandantes militares de que os bombardeios, cujo objetivo era quebrar o domínio do Irã sobre o estreito, haviam atingido o limite de sua eficácia, segundo uma autoridade americana e relatos amplamente divulgados pela imprensa americana.
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Uma autoridade americana disse à agência de notícias Reuters que comandantes militares haviam informado ao presidente que os alvos estavam se esgotando.
Segundo a fonte, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, também havia expressado preocupação com a escassez de armamentos de defesa aérea usados para proteger as bases dos EUA na região.
