O ex-meio-campista da seleção italiana Andrea Pirlo afirmou nesta segunda-feira (27) que deixou de ser considerado para assumir o comando da Itália após sofrer críticas e enfrentar oposição à sua possível nomeação por causa de seus vínculos comerciais com a casa de apostas russa Fonbet.
Campeão da Copa do Mundo e atualmente com 47 anos, Pirlo havia surgido como um dos principais candidatos para substituir Gennaro Gattuso no comando da seleção italiana, depois que o espanhol Pep Guardiola recusou o convite para assumir o cargo.
No entanto, sua candidatura passou a ser questionada devido ao papel que exerce como embaixador global da Fonbet. A ligação com a empresa provocou objeções de dirigentes da Federação Italiana de Futebol (FIGC) e também de parlamentares italianos.
Mais cedo nesta segunda-feira, Pirlo se pronunciou sobre o assunto em uma publicação no Instagram. O treinador revelou que foi informado no domingo de que não estava mais sendo considerado para comandar a seleção italiana.
“Depois de saber, na noite passada, que não sou mais candidato para liderar a seleção italiana, acredito que seja meu dever esclarecer alguns pontos”, escreveu nas redes sociais.
“Nos últimos dias, acompanhei com grande amargura o debate que surgiu em torno do meu nome e da possibilidade de assumir o cargo de técnico da seleção italiana.
