Os bonds são títulos de dívida emitidos pelo governo ou por empresas nos Estados Unidos e funcionam de maneira semelhante aos investimentos em renda fixa no Brasil.
Ao adquirir um desses ativos, o investidor empresta recursos ao emissor e, em troca, recebe pagamentos periódicos de juros, além do valor investido no vencimento do título.
Entre os mais conhecidos estão os Treasuries, emitidos pelo governo americano e considerados alguns dos ativos mais seguros do mundo. Também existem os corporate bonds, emitidos por empresas, que costumam oferecer uma rentabilidade maior, mas também apresentam um nível de risco mais elevado.
O tema foi destaque no quadro “Papo de Investidor”, apresentado por Thiago Godoy na Resenha do Dinheiro desta semana.
Segundo o educador financeiro, apesar de serem investimentos de renda fixa, os bonds também sofrem oscilações de preço antes do vencimento.
“Assim como acontece com os títulos públicos no Brasil, os bonds passam pela chamada marcação a mercado. Quando os juros sobem, o preço desses títulos tende a cair. Quando os juros recuam, eles costumam se valorizar. Por isso, quem vende antes do vencimento pode registrar ganhos ou perdas”, explica.
Para o investidor acessar esse mercado, é possível investir diretamente por meio de uma corretora internacional, adquirir ETFs que reúnem diversos títulos em um único produto ou aplicar em fundos brasileiros com exposição à renda fixa internacional.
