As palavras possuem poder real. Elas moldam pensamentos, constroem ou destroem relações, afetam a saúde mental e transformam a realidade ao definir como interpretamos os fatos do cotidiano. A linguagem cria pontes de empatia e união entre as pessoas. Quanto maior o vocabulário, mais complexo e abstrato se torna o pensamento humano. Dizem por aí, que tem o poder da palavra jamais perde uma batalha. Em meio as palavras "o que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons". Valeu Martin Luther King pelas palavras!
Eu lá vou eu mais além: "A vida é muito mais do que qualquer Literatura. Por isso é que não pode ter censura nunca. Porque você não censura a vida. É uma falta absoluta de quem acha que pode censurar. Porque a arte é libertária pela sua própria essência. É por que é ela que se permite mostrar que a vida não tem censura! Por mais que você queira, não há ditador que consiga calar a humanidade". Essas palavras foram citadas pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, durante a participação dela na Festa Literária Internacional de Paraty de 2026 (RJ), falando sobre seu livro recém-lançado: “PELA MÃO DO POVO - DEMOCRACIA E VOTO NO BRASIL ”. Em sua obra, a ministra faz um apanhado histórico sobre o direito ao voto e transformações eleitorais que se moldaram nos diferentes contextos políticos do Brasil no curso da retomada da democracia.
