Incidente em meio a tensão entre EUA e Cuba, após a imposição de embargo petrolífero à ilha por Washington
CTK Photo/IMAGO via DW
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, emitiu uma forte condenação ao embargo petrolífero de Washington e ao endurecimento das sanções em um discurso neste domingo (26), classificando a política do governo do presidente norte-americano, Donald Trump, como “genocídio político”.
Díaz-Canel criticou um relatório recente do Departamento de Estado dos EUA, que acusou Cuba de se infiltrar no governo norte-americano e de apoiar uma “onda sem precedentes de terrorismo de esquerda em solo americano”.
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“Ao acusar Cuba, eles não estão apenas procurando um bode expiatório, um agente externo. Estão procurando alguém para culpar pelos protestos dos setores mais afetados por uma economia que torna os ricos mais ricos e os pobres mais pobres”, disse Díaz-Canel.
“Eles estão procurando uma nova desculpa para sustentar seu genocídio político contra Cuba.”, completa.
O discurso ressaltou as crescentes tensões entre Havana e Washington, à medida que o embargo petrolífero e as sanções ampliadas do governo Trump aprofundaram a pior crise econômica de Cuba em décadas, provocando apagões rotativos e escassez de combustível em toda a ilha.
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