SÃO LUÍS - Uma semana após ser agredida fisicamente com uma garrafa de vidro em Rosário, a cerca de 70 km de São Luís, a empreendedora Guida Calvet, de 24 anos, ainda convive com as sequelas físicas e psicológicas deixadas pela agressão. Apesar de se tratar de violência contra uma mulher trans, o caso é investigado pela Polícia Civil como tentativa de homicídio. Até o momento, segundo a polícia, não há elementos que indiquem que o crime tenha sido motivado pela identidade de gênero da vítima.
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O caso ocorreu na madrugada do dia 19 de julho. O suspeito, identificado como Alberto Felipe Caires Mendonça, de 20 anos, foi preso preventivamente. Segundo a polícia, as investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do crime.
As agressões aconteceram quando a vítima estava em um bar com amigos e em determinado momento foi chamada pelo suspeito para conversar perto da praça. A jovem afirma que não houve discussão ou desentendimento. Quando se preparava para ir embora de bicicleta, foi surpreendida pelas agressões.
Vítima ainda enfrenta sequelas após agressão
"Meu braço ainda não me deixa dormir direito, ainda sinto dores. Fora o abalo psicologicamente, né?", contou Guida. Ela afirma que os dias seguintes ao ataque foram marcados pelo medo. "Eu estava com medo até de sair de casa, não conseguia me olhar no espelho, sabe? Traumatizada. Eu vivi de novo.
