Depois de vencer a Itália por 3 sets a 2 na semifinal e avançar para a decisão, o Brasil encara a Turquia, às 8h30 deste domingo (26), em Macau, na Ásia, de olho no título inédito da Liga das Nações de Vôlei Feminino.
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O torneio é disputado desde 2018 e substituiu o Grand Prix como grande torneio anual de seleções femininas de vôlei, no antigo formato, as brasileiras foram, disparadamente, as maiores campeãs, com 12 títulos.
Desde a mudança, porém, as sul-americanas têm tido dificuldades para conquistar a VLN, até o momento, foram sete edições realizadas, já que o torneio de 2020 foi cancelado por conta da pandemia de Covid-19.
Quase sempre, o Brasil tem feito campanhas de destaque, apesar de ainda não ter sido campeão: foi vice em 2019, 2021, 2022 e 2025 e quarto em 2018 e 2024; em 2023, caiu nas quartas de final para a China.
As turcas, por outro lado, foram campeãs em 2023, interrompendo a sequência inicial de três títulos seguidos dos Estados Unidos e se intrometendo na hegemonia recente da Itália, vencedora em 2022, 2024 e 2025.
Cabe destacar que não foi um resultado isolado. A Turquia ficou com a quarta colocação nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 (perdendo o bronze justamente para o Brasil), finalista no Mundial de 2025 e na Liga das Nações de 2018 e foi campeã europeia de 2023.
O ranking da Federação Internacional de Voleibol (FIVB) mostra o tamanho de ambas as seleções.
