Na última quinta-feira (23), dados de clientes da empresa Vakinha foram anunciados à venda em um fórum cibercriminoso. Segundo o autor da publicação, cerca de 18 milhões de registros teriam sido vazados a partir de um domínio administrativo no início deste mês de julho. Em um comunicado público à imprensa, a plataforma confirmou o incidente.
No texto, o Vakinha afirma que apenas informações cadastrais foram afetadas. Outros registros como dados sensíveis, meios de pagamento ou senhas também não foram expostos. A empresa ainda confirma que todas as autoridades competentes já foram notificadas sobre o incidente e que não há nenhuma ação necessária por parte dos usuários.
Exclusivamente ao TecMundo, o diretor do Vakinha, Luiz Gheller, comentou o caso: "Nós temos um compromisso com a segurança dos nossos usuários e com a transparência. Desde o primeiro momento em que identificamos esse ataque, tomamos todas as providências necessárias para garantir que nenhum dano fosse gerado aos nossos clientes".
Gheller acrescenta: "Seguiremos aprimorando todos os nossos processos de segurança, sempre com a mesma responsabilidade que norteia a nossa atuação ao longo de 17 anos de história".
Qual a origem do vazamento do Vakinha?
Na publicação do criminoso responsável pelo incidente, que usou o pseudônimo "vakinhaleak2026", o texto afirma que os dados teriam sido vazados no dia 7 de julho de 2026.
