O elevado índice de perda dentária entre a população brasileira tem levado profissionais da área a buscar tratamentos mais inovadores. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019, o levantamento mais recente,14 milhões de brasileiros adultos, o equivalente a 8,9% da população, perderam todos os dentes. Entre os idosos, esse percentual sobe para 31,7%.
Nesse cenário, as próteses dentárias produzidas por meio do fluxo digital aparecem como uma alternativa para aumentar a eficiência do SUS (Sistema Único de Saúde) e reduzir as filas para a restauração dos dentes. A tecnologia tem como objetivo simplificar etapas do tratamento, diminui o número de consultas e pode acelerar a produção das próteses.
Segundo o CEO da iDenture, Anderson Macorin, empresa brasileira especializada na produção de próteses dentárias digitais, o fluxo digital substitui as etapas tradicionais de moldagem manual por um processo tecnológico mais preciso e padronizado.
“Após o escaneamento tridimensional da arcada do paciente as informações são processadas em softwares de desenho assistido por computador, permitindo a produção personalizada da prótese com maior padronização e precisão. A proposta é justamente tornar a reabilitação oral mais eficiente para os sistemas públicos de saúde”, explicou Anderson.
