Quem diria que um país com apenas cerca de 8% do PIB dos Estados Unidos, o nosso Brasil, em apenas 50 anos, se transformaria hoje no segundo maior agroexportador do mundo. E com grandes chances de obtermos a taça do mundo dos campeões agroexportadores neste ano de 2026.E para um presidente dos EUA como Trump, apaixonado por ser o exemplo da supremacia em tudo, com certeza esse fato o deve estar incomodando profundamente, o que daria para explicar muito melhor a perseguição ao Brasil com os tarifaços, do que qualquer outra explicação.
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Afinal, continuamos comprando mais do que vendemos aos EUA e, fundamentalmente, tudo o que vendemos gera extraordinária agregação de valor no sistema empresarial norte-americano. Não apenas nos itens como café, mas em todos os demais dos setores de componentes da indústria, das máquinas, da construção, etc.O Brasil fornece matérias primas, componentes que geram extraordinária agregação de valor lá, inclusive com impactos positivos nos custos e preços aos consumidores USA, além de competitividade nas suas exportações para enfrentar cada vez mais desafiantes europeus e asiáticos. E há a informaçãodo USDA, departamento de agricultura dos EUA, que apenas US$ 2 bilhões separam agora o total das agroexportações norte-americanas das brasileiras.
