O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou nesta sexta-feira (24) que as medidas adotadas pelo governo para reduzir o impacto da alta dos combustíveis no mercado doméstico estão sendo executadas dentro das metas fiscais, sem necessidade de espaço adicional no Orçamento. Segundo ele, os valores destinados às subvenções são compatíveis com a margem prevista na meta.
De acordo com Moretti, a renovação da subvenção da gasolina tem custo de cerca de R$ 1,3 bilhão por mês. No caso do diesel, a subvenção de R$ 1,12 soma cerca de R$ 5 bilhões por mês.
Ao comentar o desenho da política, o ministro afirmou que o governo não trabalha com a continuidade dessas subvenções até o fim do exercício. Segundo ele, a medida tem função de amortecer choques de preços no curto prazo, e não de promover barateamento artificial dos combustíveis.
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Moretti também declarou que as decisões vêm sendo tomadas com revisão constante. A sinalização é de retirada das subvenções quando as condições de mercado permitirem o funcionamento regular dos preços, sem necessidade de suavização.
Na área econômica, a secretária de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Débora Freire, avaliou que a alta do petróleo Brent deve trazer efeitos para a arrecadação federal.
