O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda tenta atrair o Republicanos à sua coligação para a disputa das eleições de 2026 e tenta reverter o cenário em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria mais tempo de propaganda na TV e no rádio.
No cenário atual, Flávio e o PL estariam isolados na disputa presidencial, enquanto Lula e a Federação PT/PV/PC do B contarão com o apoio da Federação PSOL/Rede, do PSB e do PDT. O senador tem até 5 de agosto, quando chegam ao fim as convenções partidárias, para mexer no tabuleiro.
Segundo estimativa da CNN Brasil com base nas bancadas parlamentares e regras da Justiça Eleitoral, Lula teria 24% a mais de tempo do que Flávio para as propagandas. O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) e o empresário Augusto Cury (Avante) também teriam espaço.
A propaganda eleitoral acontece em dois formatos: blocos fixos e inserções pontuais. Os candidatos à presidência dividem dois blocos fixos de 12 minutos e 30 segundos às terças, quintas e sábados, tanto na TV quanto no rádio; também repartem 14 minutos diários para “pílulas” de 30 a 60 segundos.
Luiz Inácio Lula da Silva: 5 minutos e 28 segundos
Flávio Bolsonaro: 4 minutos e 24 segundos
Ronaldo Caiado: 2 minutos e 3 segundos
Augusto Cury: 36 segundos
Novo e o recém-criado Missão não atingiram a cláusula de barreira. Assim, Romeu Zema e Renan Santos não têm direito à propaganda.
