Os Estados Unidos receberam mais de 1,9 milhão de turistas brasileiros em 2025, segundo dados divulgados durante evento do Brand USA. Os visitantes movimentaram aproximadamente US$ 9,8 bilhões no país ao longo do ano. Entre os destinos mais procurados estão Flórida, Nova York e Califórnia.
Com mais brasileiros viajando para o exterior e despesas mais altas durante a estadia, cotação da moeda, tarifas bancárias e custos de operações internacionais entraram de vez no planejamento financeiro. Em estadias mais longas, oscilações do câmbio podem alterar significativamente o orçamento previsto antes do embarque.
Alimentação, hospedagem, deslocamentos e compras feitas no cartão podem representar parte relevante dos custos fora do Brasil. Para quem se planeja, separar um valor mês a mês e comprar dólar aos poucos tende a garantir um preço médio melhor. Além disso, ao aplicar os recursos até a data da viagem, é possível aproveitar o IOF reduzido de 1,1% em vez do padrão de 3,5%, assegurando uma economia relevante.
Dólar comercial reduz impacto da conversão
Uma das preocupações mais comuns de quem usa cartão de crédito no exterior é a mudança da cotação entre o dia da compra e o fechamento da fatura.
No cartão em dólar, as compras permanecem na moeda americana, sem conversão posterior para reais. Isso reduz a exposição às oscilações cambiais depois da viagem e facilita o acompanhamento do valor gasto ao longo da estadia.
