As maiores empresas chinesas de tecnologia que não utilizarem os chips de IA produzidos no país poderão ser classificadas como “traidoras”. O alerta foi dado por Ding Xuexiang, vice-primeiro-ministro do país, conforme noticiou o The Wall Street Journal na última quinta-feira (23).
O aviso, revelado por fontes familiarizadas com a mensagem, surge em meio à corrida pela liderança em inteligência artificial com os Estados Unidos.
O representante do governo de Pequim lidera os esforços para o desenvolvimento de alternativas nacionais desde que Washington aumentou as restrições contra a China.
Huawei como protagonista
Inspirado nas estratégias utilizadas pela China em décadas passadas, Xuexiang organizou um comitê com os melhores profissionais do país que recebeu a missão de dominar os elementos da cadeia de suprimento de chips. O objetivo é se aproximar da Nvidia no desenvolvimento de semicondutores.
