Caça-níquel virou um termo que resume bem o modus operandi de certas publishers que operam na indústria de videogames. Você, caro leitor que acompanha o Voxel, sabe tanto quanto eu quais são as que querem sugar até a última gota do nosso suado dinheiro e relançam jogos ainda atuais, remakes desnecessários e ports requentados que ninguém pediu.
Lançado há sete anos, Dead or Alive 6 segue o fluxo dos demais títulos de luta, cujo padrão é ter sempre uma versão definitiva em complemento à vanilla, algum tempo depois de seu lançamento. Em teoria, edições relançadas costumam reunir todos os conteúdos já disponíveis em um único pacote, de personagens baixados via DLC a itens cosméticos.
O detalhe é que, bem, isso não é exatamente o que a gente recebe aqui. Dead or Alive 6 Last Round, que era para coroar o excelente sexto episódio na atual geração, parece mais um remaster feito para vender cosméticos e pegar carona no hype do incansável Dead or Alive Xtreme Venus Vacation, até hoje um colosso entre os gachas no Japão.
Um memorável jogo de luta
Vou direto ao ponto para poupar o seu tempo e o meu: se você nunca jogou Dead or Alive 6, o investimento em Last Round é mais que justificado.
