A Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) afirmou em nota divulgada nesta 6ª feira (24.jul.2026) estar preocupada com a decisão de 5ª feira (23.jul.2026) do governo dos EUA de impor uma tarifa adicional de 12,5% sobre as importações do Brasil. Eis a íntegra (129 kB – PDF).
Segundo a associação, o momento exige a retomada do diálogo e o fortalecimento dos canais diplomáticos e institucionais entre Brasil e EUA para evitar a escalada de medidas que possam agravar o ambiente de negócios.
“Para a indústria brasileira de máquinas e equipamentos, a ampliação dessas medidas representa mais um fator de deterioração das condições de acesso ao mercado norte-americano. Além de elevar os custos para importadores e usuários finais nos EUA, a sobreposição de medidas tarifárias aumenta a insegurança jurídica, reduz a previsibilidade das relações comerciais e compromete a competitividade das empresas brasileiras”, disse a associação.
Diante desse cenário, a Abimaq declarou considerar essencial que o governo federal intensifique as medidas de apoio à competitividade das exportações brasileiras.
Além da regulamentação do Plano Brasil Soberano 3, a entidade defende a adoção de medidas complementares, como o diferimento de tributos federais, o fortalecimento da agenda de promoção comercial voltada à diversificação de mercados e a ampliação do Reintegra.
