A AGI, empresa global de soluções para armazenagem, movimentação e processamento de grãos, está ampliando investimentos e projetos voltados à modernização da indústria de nutrição animal no Brasil.
A companhia afirma que tem observado crescimento na demanda por projetos de fábricas totalmente conectadas, com sistemas capazes de integrar desde o recebimento da matéria-prima até a expedição do produto final.
Segundo estimativas do Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal) e da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), o Brasil deve produzir cerca de 97 milhões de toneladas de ração em 2026, impulsionado principalmente pelas cadeias de aves, suínos, bovinos, peixes e animais de companhia.
Para a empresa, a indústria entrou em uma nova fase, na qual tecnologia e engenharia passaram a ser fatores determinantes para a competitividade.
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Segundo Robson Engers, diretor sênior de Operações Brasil e América Latina da AGI, afirma que o setor vive um momento de amadurecimento estrutural. “Vivemos um momento de amadurecimento estrutural do setor. A indústria de nutrição animal deixou de competir apenas por escala e passou a competir por inteligência operacional. Eficiência, previsibilidade e uso racional dos recursos tornaram-se pilares estratégicos”, afirmaou.
