Inclusão financeira é uma estratégia que promove o acesso, o uso e a qualidade dos serviços financeiros. No Brasil, há uma série de exemplos de avanços feitos nos últimos anos por meio de inovação tecnológica e iniciativas públicas e privadas, ainda que alguns desafios ainda estejam presentes.
Em abril de 2026 o Banco Central (BC) publicou o Relatório de Cidadania Financeira 2025, um dos principais estudos sobre a questão no país. Além de demonstrar detalhes do cenário brasileiro, aponta quais os tipos de instituições que oferecem soluções práticas para a cidadania e democratização financeira.
O que é e qual a importância da inclusão financeira?
Para o BC, a inclusão financeira, também conhecida como bancarização, democratização financeira e cidadania financeira, é quando adultos têm acesso efetivo a serviços financeiros de instituições formais, como crédito, poupança, pagamentos, seguros, previdência e investimentos.
Contudo, não basta ter uma conta bancária ou de pagamento. A inclusão financeira só acontece de verdade quando há um uso real dos produtos e serviços financeiros por parte das pessoas.
De acordo com dados de 2024 analisados pelo Banco Central, apesar de 96,4% da população adulta brasileira (175 milhões) ter um dos dois tipos de conta, os usuários ativos representam cerca de 88% (160,8 milhões).
