A ópera “Tristão e Isolda” volta ao Theatro Municipal de São Paulo após quase cinco décadas desde sua última apresentação em um dos maiores cartões-postais da cidade. Composta pelo célebre músico alemão Richard Wagner (1813-1883), a peça em três atos explora a história de uma paixão arrebatadora que leva o amor ao limite.
Acompanhados da Orquestra Sinfônica Municipal, artistas de todas as partes do mundo se reúnem para encenar uma história que mistura uma lenda medieval celta com a filosofia de Arthur Schopenhauer e faz com que o palco seja tomado com cenas de paixão, drama e morte.
Além de ser um trabalho icônico de Wagner, a montagem representa um marco na história da música. A abertura da ópera tem o “Acorde de Tristão”, uma combinação de notas que é muito estudada e influenciou a música dos séculos seguintes.
Tristão é um jovem cavaleiro que fica gravemente ferido em uma batalha e recebe ajuda de Isolda, uma princesa conhecida por suas habilidades de cura.
Após ela ser prometida para se casar com o rei da Irlanda, os dois bebem por acidente uma poção do amor e se apaixonam, vivendo um romance em segredo, que acaba em tragédia.
“Para cantar Isolda precisei estudar por cerca de 1 ano e meio antes. É um trabalho duro, porque são cerca de 5 semanas de ensaio aqui. Quando a orquestra entra é sempre um momento muito empolgante, porque tudo começa a se juntar.
