A AMD apresentou a sua nova família de processadores para servidores, o EPYC 9006. A sexta geração contará com modelos destinados a serviços de nuvem, aplicações empresariais, computação de alto desempenho (HPC) e inteligência artificial.
Nos servidores de IA, CPUs e GPUs cumprem funções complementares. Enquanto as GPUs aceleram os cálculos dos modelos, as CPUs mantêm o sistema e os serviços corporativos em funcionamento, coordenam tarefas e enviam dados aos aceleradores.
Segundo a AMD, esse papel ganha importância com os agentes de IA, que podem acionar ferramentas, acessar bancos de dados e executar códigos em ambientes isolados.
A companhia usa a expressão “data center agêntico” para descrever essa infraestrutura, mas o termo ainda representa o enquadramento estratégico da própria fabricante.
O que muda entre as versões do EPYC 9006?
Ao todo, a companhia revelou quatro linhas de produtos no evento Advancing AI 2026, nesta quinta-feira (23).
A começar pelo EPYC 9006 SP7, que reúne as configurações de maior densidade, com até 256 núcleos e 512 threads.
Também haverá versões Zen 6 de alta frequência, com até 96 núcleos e 5 GHz, direcionadas, entre outras funções, a servidores que alimentam GPUs.
O EPYC 9006 SP8, por sua vez, foca em eficiência. O chip terá opções de oito a 128 núcleos e foi desenvolvido para servidores empresariais, instalações menores e ambientes com restrições de energia.
