A TV 3.0 promete transformar a televisão aberta brasileira com imagem em alta resolução e recursos que aproximam a experiência daquela encontrada em plataformas digitais. Para entender como tudo isso funciona na prática, testamos a tecnologia durante a semifinal da Copa do Mundo entre Inglaterra e Argentina.
A experiência ocorreu com o receptor de DTV+ da Intelbras conectado a uma televisão convencional. Entre os destaques, encontramos imagem em 4K, informações atualizadas sobre a partida e opções para personalizar o áudio sem precisar recorrer ao celular.
O resultado mostra que a tecnologia funciona bem e oferece uma forma mais completa de acompanhar o conteúdo. Porém, a cobertura restrita, a necessidade de um conversor e a baixa adesão das emissoras ainda limitam bastante a recomendação.
O que muda com a TV 3.0?
A principal diferença da TV 3.0 está na interatividade. Em vez de apenas assistir ao conteúdo exibido pela emissora, o telespectador passa a ter acesso a menus, informações complementares e opções de personalização pelo controle remoto.
Durante uma partida de futebol, por exemplo, é possível consultar as escalações das equipes, estatísticas do jogo, substituições realizadas e cartões aplicados. As emissoras também podem criar enquetes para que o público vote diretamente pela televisão.
Tudo fica integrado à transmissão. Não é necessário abrir um aplicativo no celular ou procurar os dados em outro serviço.
