Felipe Paiva, diretor de relacionamento com corretoras, bancos de Investimento e pessoas físicas da B3, afirmou nesta 5ª feira (23.jul.2026) que o Brasil está “bem posicionado” no mercado de ativos tokenizados em relação a outros países. A declaração foi dada no painel “O futuro já tem preço: o mercado trilionário de ativos digitais” na Expert XP 2026, em São Paulo,
“Eu acho que a gente está bem posicionado de regulação, a gente está bem posicionado de infraestrutura. Eu digo por vários pilares, então tanto a regulação, tanto o Banco Central e o CVM (Comissão de Valores Mobiliários), estão bastante alinhados e na vanguarda da discussão de para onde tem que ir”, disse Paiva ao lado de Marcos Viriato, CEO e co-Fundador da ParFin, fintech de infraestrutura de ativos digitais, e Marcos Horie, sócio e head de produtos digitais na XP Inc.
Ativos tokenizados –um tipo de ativo digital– são bens ou direitos do mundo real, como imóveis, ações e títulos, transformados em representações digitais registradas em blockchain, que é um banco de dados digital descentralizado. A tecnologia permite dividir esses ativos em frações menores e negociá-los de forma mais rápida e transparente.
Segundo o diretor da B3, no futuro, o cliente nem vai perceber quais são os produtos “tokenizados” e quais operações utilizam essa tecnologia nos bastidores.
