O jornalista Caíque Verli, repórter da TV Gazeta, afiliada da Rede Globo no Espírito Santo, foi encontrado morto nesta quinta-feira (23). A confirmação do falecimento foi feita pela emissora em nota oficial, que destacou o legado de comprometimento deixado pelo profissional.
A Polícia Civil investiga o caso, tratado inicialmente como “encontro de cadáver”, com indícios apontando para causas naturais.
Caíque Verli utilizava suas redes sociais para refletir sobre a dinâmica da profissão. O repórter definia o jornalismo ao vivo, tanto na TV quanto no rádio, como uma fonte de “adrenalina”, ressaltando a necessidade constante de improviso e de decisões rápidas. Em suas publicações, enfatizava a importância de “ouvir primeiro… para contar tudo ao vivo depois”, descrevendo sua rotina como um ciclo de muita apuração e “correria”.
O jornalista também compartilhava os bastidores de coberturas complexas, como casos policiais e movimentações no próprio IML, destacando o esforço de toda a equipe técnica para levar a melhor informação possível ao telespectador.
Estilo de vida e curiosidades
Para além das câmeras, Verli demonstrava uma forte conexão com o Espírito Santo. Ele descrevia o fato de morar em Vitória (ES) como um “privilégio”. Em registros pessoais, o repórter adotava uma filosofia de vida baseada na frase “viver é melhor que sonhar”.
Entre suas curiosidades e gostos pessoais, o jornalista manifestava apreço pela música e pelas festas regionais.
