Como se deve apresentar um clássico a uma nova geração de jogadores? Talvez, esta tenha sido a pergunta de ouro do estúdio responsável pelo desenvolvimento de Halo: Campaign Evolved. A responsabilidade que caiu nos ombros da Halo Studios (antiga 343 Studios), era grande, já que Halo: Combat Evolved é considerado um dos jogos mais importantes da história dos videogames.
Caso você não seja familiarizado com a lore da franquia, te explicamos rapidamente: Halo: Campaign Evolved é o remake completo da versão original de Xbox, lançada em 2001. O jogo foi tão importante para a marca que foi considerado o “killer app” (jogo ou programa que justifica sozinho a compra de um dispositivo ou console). E isso por vários motivos – revolucionou os jogos de tiro nos consoles, trouxe mapas abertos gigantes e definiu o modo como jogamos FPS até hoje.
Porém, a pergunta agora é: será que justifica revisitar o universo de Master Chief em 2026, mesmo num mundo onde a maioria dos jogos são “crias” de Halo: CE? Sendo direto e reto? Ainda vale, e muito – mesmo com algumas escorregadas no level design e escolhas que podem não agradar fãs de longa data. E é isso que contaremos neste review!
A história de Halo: Campaign Evolved
O ano é 2552. Após serem os únicos sobreviventes de um ataque devastador orquestrado pela raça da Irmandade, a nave Pilar do Outono acaba caindo em um mundo diferente de tudo que já viram, um mundo que tem um formato de anel do tamanho de uma lua.
