Bombeiros da UME (Unidade Militar de Emergência) da Espanha trabalharam durante a noite e a madrugada de quinta-feira (23) para conter incêndios no país.
Em Villa del Prado, na divisa entre Madri e a província de Toledo, equipes da UME combateram as chamas com jatos d’água e criação de aceiros, depois que um incêndio florestal forçou a retirada de cerca de 200 pessoas.
Na região de Castela e Leão, o fogo obrigou a desocupação de três povoados.
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A agência meteorológica da Espanha informou na quarta-feira (22) que o risco de incêndios florestais permanecia “muito alto ou extremo” em grande parte da Espanha continental e nas Ilhas Baleares, com previsão de aumento ainda maior nos próximos dias.
Dados mostram que incêndios florestais consumiram mais áreas na Europa este ano do que a média anual das últimas duas décadas, à medida que o continente que mais rapidamente aquece no mundo enfrentou três ondas de calor sufocantes e praticamente consecutivas neste ano.
Consequências do clima extremo
As altas temperaturas causaram 1.180 mortes na Espanha nos últimos dois meses, um aumento acentuado em relação ao mesmo período do ano passado, informou o Ministério do Meio Ambiente do país nesta segunda-feira (14).
