Os setores mais afetados pelo novo tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos aguardam mais detalhes sobre o pacote de medidas anunciado pelo governo para driblar os efeitos da sobretaxa – o Brasil Soberano 3.
O anuncio foi recebido com sentimentos mistos pelos setores afetados: ao mesmo tempo que sinaliza uma bóia de salvação, também gera dúvidas pelos detalhes que não foram ainda totalmente apresentados.
A terceira etapa do plano chega com linhas de crédito de até R$ 18,5 bilhões para as empresas afetadas, incluindo os produtos das investigações da Seção 232 e da Seção 301.
Os recursos também devem auxiliar os setores afetados pela possível tarifa de 12,5% referente a investigação sobre falha no combate ao trabalho forçado, que pode ser anunciada neste fim de semana.
Além disso, o plano também terá como público-alvo setores afetados por conflitos internacionais, como o de fertilizantes, e setores estratégicos para balança comercial, como minerais críticos.
Diante das novas medidas, diretor superintendente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Fernando Pimentel, disse à CNN que o pacote anunciado pelo governo é possitivo, mas que é necessário esperar por mais detalhes.
“Nós temos que aguardar os detalhes, quais são as regras, quais são os limites, quais são os parâmetros que vão permitir as empresas a aderirem ao Brasil Soberano 3.
