A Aston Martin espera que um novo chassi coloque a equipe “de volta ao jogo” no Grande Prêmio da Hungria, neste fim de semana. Apesar do otimismo, o chefe de operações de pista da equipe, Mike Krack, tratou de moderar as expectativas nesta quinta-feira.
Impulsionada por motores Honda, a Aston Martin ocupa apenas a 10ª colocação entre as 11 equipes no Mundial de Construtores da Fórmula 1, com apenas um ponto conquistado em 10 etapas disputadas até o momento.
A equipe, que terminou em quinto lugar nos campeonatos de 2023 e 2024 e foi sétima no ano passado, tem enfrentado uma temporada muito abaixo do esperado no primeiro ano da parceria com a Honda, mesmo contando com o renomado projetista Adrian Newey, multicampeão da categoria, à frente do desenvolvimento técnico.
Os carros levados para a Hungria receberam um novo chassi, além de importantes atualizações aerodinâmicas e redução de peso. O câmbio permanece o mesmo, enquanto um motor Honda mais potente será introduzido apenas no Grande Prêmio da Holanda, em Zandvoort, no fim de agosto.
“O motivo de fazermos isso é voltar a competir. Nas últimas corridas, não estivemos realmente correndo, e é isso que precisamos recuperar”, afirmou Krack aos jornalistas no Hungaroring.
“Em que posição conseguiremos competir em um grid tão equilibrado, isso eu realmente não posso prever.
