A morte de Ozzy Osbourne completou um ano nesta quarta-feira (22), e reacendeu o debate sobre a doença de Parkinson, condição neurológica degenerativa que afetava o cantor.
Apesar de lidar com as limitações impostas pela doença desde 2020, quando a revelou para a imprensa, o vocalista do Black Sabbath fez sua última apresentação no início de julho de 2025, sentado em um trono adaptado, devido às dificuldades de locomoção provocadas pelo avanço do quadro.
Em entrevista ao CNN Sinais Vitais em maio deste ano, a neurologista Roberta Saba explicou que a doença afeta o sistema nervoso central, principalmente a região responsável pelo controle dos movimentos do corpo.
A condição ocorre devido à redução progressiva da produção de dopamina, neurotransmissor essencial para funções como caminhar, escrever e falar. Essa é considerada a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo, atrás apenas do Alzheimer.
Embora seja frequentemente associada aos tremores, esse não é o único nem, em alguns casos, o principal sintoma da doença. Os sinais mais comuns incluem lentidão dos movimentos, rigidez muscular, instabilidade postural e dificuldade para manter o equilíbrio.
“Esses são os sinais mais sutis podem ser confundidos com o envelhecimento”, explicou Saba.
