Segundo dados do IBGE (Instituto Brasilerio de Geografia), cerca de 30% da população brasileira será de pessoas idosas até 2050. Com esse dado, especialistas refletem sobre os desafios do tratamento de doenças neurodegenerativas neste dia mundial do cérebro (22).
Com o envelhecimento acelerado da população, os neurologistas afirmam que é possível adotar medidas para preservação da autonomia e saúde cerebral.
Com isso, pesquisadores da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) realizaram um estudo a partir do acompanhamento de idosos com maior risco de serem diagnosticados com demência e avaliaram como alimentação saudável, prática regular de exercícios físicos, treinamento cognitivo e controle dos fatores de risco vasculares ajudam a preservar a saúde cerebral.
Em dois anos de análise, os pacientes tiveram uma melhora global da cognição 25% maior do que o grupo controle.
Além disso, os participantes adquiriram melhora de 83% nas funções executivas e de 150% na velocidade de processamento cerebral.
A neurologista da equipe de Prescrição Médica da Prati-Donaduzzi, Dra. Larissy Degani, explica que “Ainda não conseguimos interromper a evolução dessas doenças, mas dispomos de tratamentos capazes de retardar sua progressão clínica, controlar os sintomas e preservar a funcionalidade dos pacientes.
