O São Paulo voltou a apresentar sinais de evolução sob o comando de Dorival Júnior, mas repetiu um problema que tem custado caro na temporada. O Tricolor fez um primeiro tempo dominante diante do Athletico-PR, abriu o placar e controlou as ações da partida, mas sofreu um apagão logo no início da etapa final, levou dois gols em seis minutos e acabou derrotado por 2 a 1, em Bragança Paulista.
Se o desempenho coletivo foi dividido entre uma primeira etapa consistente e um segundo tempo marcado por erros, algumas atuações individuais também seguiram esse roteiro.
Marcos Antônio comanda o meio-campo
O principal destaque do São Paulo foi Marcos Antônio. O volante fez um primeiro tempo de alto nível, sendo o responsável por organizar a saída de bola e acelerar as jogadas ofensivas. Com liberdade para circular pelo meio e pelo lado esquerdo, encontrou bons passes, deu dinâmica ao setor e foi o jogador que melhor interpretou a proposta de Dorival Júnior.
Mesmo após a virada do Athletico-PR, foi um dos poucos que continuou tentando construir jogadas. Na melhor oportunidade do Tricolor na etapa final, deixou Luciano em ótima condição para finalizar, mas o atacante parou na defesa de Santos.
Artur volta a decidir
Artur também teve participação importante. Além de marcar um belo gol de falta para abrir o placar, foi o principal desafogo ofensivo pelo lado direito durante o primeiro tempo. Participativo, buscou o jogo e criou dificuldades para a defesa adversária.
