23/07/2026 às 04:00 Atualizado em tempo real
← Brasil
Brasil 23/07/2026 às 04:00

Análise: Guerra entre EUA e Irã se transforma em batalha por pedágio

Análise: Guerra entre EUA e Irã se transforma em batalha por pedágio

O que começou como uma campanha para diminuir as capacidades nucleares do Irã e enfraquecer suas redes terroristas globais se transformou em uma disputa pelo controle de uma das rotas comerciais mais importantes do mundo.

A guerra com o Irã se transformou em uma batalha pelo Estreito de Ormuz, um ponto de estrangulamento global para petróleo, gás natural, fertilizantes e outras commodities.

Se o conflito deixar o Estreito de Ormuz sob o controle permanente do Irã – ou dos Estados Unidos – isso poderá representar o começo do fim da livre navegação em mar aberto, um conceito que tem sustentado o comércio global por séculos.

“Isso pode criar um precedente perigoso e encarecer muito o comércio marítimo internacional, um custo que, em última análise, seria repassado aos consumidores finais”, disse Erik Grundt, analista sênior da consultoria Rystad Energy, à CNN.

A nova arma energética do Irã

Após o início dos ataques efetuados pelos EUA e por Israel em 28 de fevereiro, o Irã declarou quase imediatamente o fechamento do Estreito de Ormuz, criando o maior bloqueio no fornecimento de petróleo da história.

Tendo conquistado uma nova fonte de influência sobre a economia global, Teerã está lutando arduamente para mantê-la.

Mais em Brasil

China volta a pedir aos EUA respeito em relação a Taiwan
há 23 min

China volta a pedir aos EUA respeito em relação a Taiwan

“Jogada de Risco”: do que fala nova série de Cauã Reymond e Leticia Colin
há 27 min

“Jogada de Risco”: do que fala nova série de Cauã Reymond e Leticia Colin

Beauvallet prepara expansão no Brasil com nova planta e foco em exportações
há 27 min

Beauvallet prepara expansão no Brasil com nova planta e foco em exportações

Análise: Por que os EUA não tratam a Nicarágua como tratam Cuba e Venezuela
há 27 min

Análise: Por que os EUA não tratam a Nicarágua como tratam Cuba e Venezuela