O logotipo da OpenAI é visto em um telefone celular em frente a uma tela de computador que exibe a tela inicial do ChatGPT AP/Michael Dwyer, Arquivo O ataque virtual "sem precedentes" divulgado pela OpenAI envolveu dois dos modelos de inteligência artificial mais avançados da empresa. A dona do ChatGPT revelou que eles encontraram um meio de invadir outro sistema. A divulgação do caso acontece semanas após a rival Anthropic dizer que não liberaria a versão plena de seu modelo Claude Mythos por conta do "salto significativo em suas capacidades" para fazer ataques cibernéticos. Os dois casos indicam os avanços de novos modelos de IA. Mas eles agora conseguem decidir fazer ataques sem precisar de humanos? Afinal, seria possível um robô ficar "rebelde" e decidir atacar uma empresa? A resposta é "não". Em vez de agirem por conta própria, os modelos apenas tentam alcançar objetivos que recebem, afirmam especialistas. Eles destacam ainda que a ideia de uma IA "perigosa demais" costuma ser explorada por empresas, que tentam demonstrar sua capacidade. Agora no g1 Para Adriano Carezzato, professor do curso de Inteligência Artificial da Fundação Vanzolini, a ideia de uma inteligência artificial neutra é incompleta, já que ela segue uma espécie de "receita de bolo" em suas atividades. "Quando dizem que a IA “agiu sozinha”, quase sempre estão escondendo a mão humana que apertou o botão para iniciar o modelo.
IA pode decidir atacar empresas? Entenda como foi a invasão 'sem precedentes' por modelo da OpenAI
