Na Casa Branca, Lula e Donald Trump discutem terras raras, crime organizado e comércio Jornal Nacional/ Reprodução As tarifas de 25% recentemente anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil têm levado empresas brasileiras a buscar alternativas ao mercado americano. Uma estimativa recente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) indicou que cerca de 18% das exportações brasileiras para os EUA devem ser afetadas pelo novo tarifaço, o equivalente a US$ 7,4 bilhões (R$ 37,7 bilhões). 🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Para representantes de diferentes setores da economia ouvidos pelo g1, porém, diversificar mercados leva tempo, exige investimentos e não evita os impactos imediatos sobre exportações, empregos e faturamento. Além disso, empresários defendem uma redução da carga tributária e medidas para conter o avanço das importações, ampliando o espaço da indústria nacional no mercado interno como forma de amenizar os efeitos do tarifaço. Agora no g1 Busca por novos mercados esbarra em custos e concorrência global O vaivém das tarifas americanas tem provocado uma enorme instabilidade para os setores exportadores desde o ano passado. Veja a cronologia das tarifas. Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira, muitas empresas que ainda tinham fôlego financeiro no ano passado conseguiram negociar com seus importadores e dividir o custo da tarifa adicional.
O 'plano Trump': como empresas brasileiras tentam driblar o tarifaço e reduzir a dependência dos EUA
