O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato ao Planalto Romeu Zema (Novo) voltou a criticar o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, nesta 4ª feira (22.jul.2026). Em evento realizado pelo Grupo Voto, afirmou que responde “com muito orgulho” ao processo movido pelo magistrado por calúnia.
“Estou respondendo e com muito orgulho ao processo movido pelo senhor Gilmar Mendes, que se sentiu caluniado”, disse Zema.
Zema também voltou a associar o magistrado ao caso Banco Master e disse que manterá as críticas. Afirmou que Gilmar Mendes e outros integrantes do STF –sem especificar quais– viajaram no avião de um “banqueiro bandido” e pontuou que ele próprio nunca teve relação com o empresário.
“Quem andou no avião do banqueiro bandido foi ele e os colegas. Não fui eu que andei. Eu vou continuar falando. Eu não tenho rabo preso”, afirmou.
Zema também mencionou um contrato de R$ 129 milhões e uma transação acionária envolvendo o Resort Tayayá, atribuindo ambos a Gilmar Mendes e a outros ministros. O ex-governador não apresentou provas para sustentar as afirmações durante o discurso.
Os ataques de Zema a Gilmar Mendes começaram em abril deste ano, depois de o ministro criticar vídeos publicados pelo então governador nas redes sociais. Desde então, o pré-candidato intensificou as críticas ao STF e passou a usar o embate como uma das principais bandeiras de sua pré-campanha ao Planalto.
