Escritório de Flávio foi contratado por empresa ligada ao Banco Master O escritório de advocacia do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu duas notas fiscais, no valor de R$ 500 mil cada, para uma empresa que tinha como diretor um gestor da administradora de fundos Trustee DTVM, Artur Figueiredo. A Trustee e Artur Figueiredo são citados nas investigações do caso Master, sob suspeita de participação nas fraudes financeiras do banco. As notas foram emitidas pelo escritório de Flávio no dia 7 de abril de 2025 e foram canceladas no mesmo dia. Em uma publicação nas redes sociais, o senador afirma que não quis prestar serviços advocatícios para a empresa. Nota emitida pelo escritório do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) Reprodução Dois dias depois, o escritório de Flávio emitiu uma nota fiscal de R$ 500 mil para outra empresa, a Contábil Correa, pelo serviço de "assessoria jurídica", de acordo com nota fiscal emitida em 9 de abril de 2025. A Contábil Corrêa está registrada em nome de Rogério Novo, que virou diretor da Copenhagen cinco meses depois, em setembro de 2025, no lugar de Artur Figueiredo -- segundo os registros na Junta Comercial de São Paulo. Nota emitida pelo escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) Reprodução Em uma publicação nas redes sociais, o senador afirmou que prestou serviços para a Contábil Correa e que chegou a negociar com a Copenhagen. "Fiz um trabalho para uma empresa.
Flávio Bolsonaro emitiu duas notas fiscais de R$ 500 mil para empresa que tinha suspeito no caso Master como diretor
