O Manchester City foi o clube que mais faturou com o Programa de Benefícios da Fifa pela cessão de jogadores para a Copa do Mundo de 2026, de acordo com levantamento do site The Athletic, braço esportivo do The New York Times.
A entidade máxima do futebol desembolsou cerca de R$ 25 mil por dia aos clubes por cada atleta cedido ao Mundial, que neste ano foi realizado nos Estados Unidos, México e Canadá. O programa visa “reconhecer e premiar a contribuição dos clubes”.
A quantia por jogador foi calculada desde a data obrigatória de liberação, 25 de maio, até o dia seguinte ao último jogo da seleção. Estima-se que a Fifa tenha gasto aproximadamente R$ 1,8 bilhão com o programa neste ano.
Milhões de euros para os clubes
O Manchester City recebeu um total de 4,4 milhões de euros (equivalente a R$ 25,4 milhões), liderando o ranking. O clube inglês teve seis jogadores nas fases finais da Copa: Rayan Cherki, Marc Guehi, Nico O’Reilly, John Stones, James Trafford e Rodri, que inclusive foi eleito o Bola de Ouro da competição.
Na sequência, o Barcelona aparece em segundo lugar, com cerca de 3,9 milhões de euros (R$ 22,5 milhões), enquanto o Bayern de Munique fecha o pódio, com 3,4 milhões de euros (R$ 19,6 milhões).
Reginaldo Diniz, CEO e sócio-fundador da End to End, explica que o processo tem duas principais análises. “O primeiro é estimular clubes a ter elencos com qualidade suficiente para que seus atletas sejam convocados para suas respectivas seleções.
