Autoridades de saúde globais estão correndo contra o tempo para identificar opções médicas que ajudem a conter um surto de Ebola no leste da República Democrática do Congo, ligado à cepa Bundibugyo do vírus.
Ao contrário da cepa Zaire, mais comum, não existem vacinas ou tratamentos aprovados para o Bundibugyo.
O surto mais recente resultou em 2.473 casos confirmados no Congo, incluindo 999 mortes, segundo dados do governo. O vírus ebola Bundibugyo, ou BDBV, tem uma taxa de mortalidade de até 40%.
Um pequeno número de vacinas e terapias experimentais está sendo avaliado, e as autoridades de saúde globais estão examinando se algum tratamento existente contra o Ebola pode oferecer proteção, até o momento, esse tratamento é apoiado apenas por dados limitados em animais.
A maioria dos tratamentos experimentais ainda não foi testada em humanos e exigiria autorização de uso emergencial ou compassivo antes de ser implementada no Congo.
A Organização Mundial da Saúde recomendou priorizar diversos medicamentos experimentais, incluindo anticorpos, antivirais e vacinas, para o tratamento e a prevenção da BDBV.
Eis o que sabemos sobre esses candidatos até o momento:
Vacinas
1. A Universidade de Oxford lançou o primeiro ensaio clínico em humanos de uma vacina contra o vírus ebola Bundibugyo em julho, para avaliar a segurança e a resposta imunológica em 50 adultos saudáveis com idades entre 18 e 55 anos em Oxford.
