A corrida pela inteligência artificial entrou em uma nova etapa. Depois da popularização dos chatbots, capazes de responder perguntas, resumir documentos e produzir conteúdo, começam a ganhar espaço os chamados agentes de IA. Em vez de apenas responder solicitações, esses sistemas conseguem interagir com diferentes plataformas e realizar ações previamente autorizadas pelo usuário. Segundo a consultoria Gartner, apenas 17% das empresas utilizam agentes de IA atualmente, mas mais de 60% pretendem adotar essa tecnologia até 2028.
A Coinbase, empresa listada no índice S&P 500 (NASDAQ: COIN), regulada nos Estados Unidos e uma das maiores plataformas de negociação de criptoativos do mundo, está entre as primeiras a levar a IA agêntica para um ambiente financeiro regulado. A companhia passou a permitir a integração de agentes de IA à conta do usuário por meio do Coinbase for Agents. Com isso, a tecnologia chega a uma plataforma utilizada em larga escala e deixa de ficar restrita a projetos experimentais.
Embora o mercado financeiro seja um dos primeiros setores a incorporar essa tecnologia, aplicações semelhantes também começam a surgir em áreas como atendimento ao cliente, logística, compras e desenvolvimento de software.
Quando a IA chega ao setor financeiro
Procedimentos padronizados, grande volume de informações e decisões que precisam ser tomadas rapidamente fazem dos investimentos um dos primeiros campos de aplicação da IA agêntica.
