BRASIL – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a afirmar, nesta terça-feira (22), que a empresa venezuelana Smartmatic nunca forneceu urnas eletrônicas nem desenvolveu os softwares utilizados nas eleições brasileiras. O esclarecimento foi publicado após o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, senador Flávio Bolsonaro, afirmar, sem apresentar provas, que parte das urnas usadas no Brasil seria da empresa.
Segundo o tribunal, a informação é falsa e já havia sido desmentida em diversas ocasiões, inclusive por meio da página Fato ou Boato, criada para combater a disseminação de notícias falsas sobre o processo eleitoral.
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O TSE ressaltou que as urnas eletrônicas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos da Justiça Eleitoral e são fabricadas por empresas contratadas por meio de licitações públicas, sob coordenação direta do tribunal.
TSE diz que Smartmatic nunca forneceu urnas eletrônicas ao Brasil
Em comunicado resgatado pelo tribunal, o TSE afirma que a Smartmatic nunca participou do desenvolvimento das urnas eletrônicas utilizadas no país.
De acordo com a Corte Eleitoral, a empresa venezuelana manteve contratos apenas para prestação de serviços de conexão de dados e voz, sem qualquer participação na fabricação, programação ou operação dos equipamentos eleitorais.
