A recente aparição do atacante Vinícius Jr. em um evento em Goiânia (GO) chamou a atenção do público para mudanças em sua fisionomia, especialmente no queixo e no contorno da mandíbula.
O caso trouxe novamente a harmonização facial para o centro do debate sobre saúde e estética. Embora seja uma técnica popular para equilibrar proporções do rosto, o procedimento estético possui contraindicações importantes e riscos que exigem avaliação médica rigorosa.
Quem não deve realizar a harmonização facial?
Apesar de ser considerada minimamente invasiva, a intervenção não é indicada para todos os perfis.
Segundo diretrizes médicas, os grupos que devem evitar ou adiar a harmonização incluem:
Gestantes e lactantes: Mulheres grávidas ou em período de amamentação devem priorizar a segurança nesse período sensível.
Pessoas com doenças autoimunes: Condições como lúpus e outras doenças crônicas descontroladas podem sofrer interferência na resposta imunológica.
Pacientes com infecções ativas: Indivíduos com acne severa, herpes ou outras infecções na pele na área do tratamento devem aguardar a resolução completa do quadro.
Alérgicos aos componentes: Pessoas com histórico de hipersensibilidade às substâncias utilizadas, como o ácido hialurônico.
Menores de idade: Geralmente não são candidatos ideais, pois a estrutura óssea e o rosto ainda estão em fase de desenvolvimento.
