A Samsung revelou nesta quarta-feira (22) os seus primeiros smartphones com baterias de silício-carbono. Esse é um dos maiores avanços em tecnologias de baterias da marca em dez anos, desde o Galaxy Note 7, mas com outra visão: após anos com essa preocupação extra, a empresa reforça que os usuários podem confiar no novo modelo.
Durante o Galaxy Unpacked de Londres, a Samsung revelou que os novos Galaxy Z Fold 8, Z Fold 8 Ultra e Z Flip 8 utilizam baterias de silício-carbono. Não apenas eles, mas o relógio inteligente Galaxy Watch Ultra 2 também traz a tecnologia.
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A tecnologia de silício-carbono não é exatamente recente. O primeiro smartphone comercial foi revelado em meados de 2013 e, desde então, a adoção tem crescido. Temos alguns exemplos de celulares que utilizam esse padrão:
Motorola Signature: 5.200 mAh;
Motorola Razr Fold: 6.000 mAh;
Xiaomi 15 Pro: 6.100 mAh;
Redmi Note 15 Pro: 6.580 mAh;
Realme GT 8 Pro: 7.000 mAh.
E isso sem contar protótipos com 10.000 mAh ou 15.000 mAh que são testados.
Em um resumo prático, as baterias de silício-carbono possuem maior densidade sem ocupar tanto espaço físico. Uma conta básica garante, por exemplo, até quase dez vezes a capacidade de baterias tradicionais em um mesmo espaço. Mas há um porém: essa tecnologia costuma se expandir (ou inchar/estufar) mais rapidamente.
Por que a Samsung está usando o silício-carbono agora?
